Che

Cá,  nesse tempo que passa, fugidio,

Relembro o tempo que fez a tua luta

E louvo a tua vontade resoluta

De atravessar as noites, fome e frio das cordilheiras da latino-américa

Pra defender os fracos, oprimidos, daquele imperialismo que inda grassa

Mas, cá, dentro desse tempo que ainda passa

Arrastando os países à desgraça

Que ainda vibre a força da desforra

Que faça livre essa América Latina

Mesmo que verta o sangue necessário

Mesmo que seja a morte a nossa sina

Mas, não morte qualquer,

Morte na luta!

Altiva morte, audaz,

Morte na luta!

Morte que muda os tempos e a história

Morte que se agiganta na memória…

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