
A elegância é feito a fragrância na flor,
e o que admiro na flor é ter seu viço na luz,
o abrir-se em pétalas, luz/cio/lá no gineceu da beleza, da flor que atrai colibris.
Tens as fragrâncias sutis, que, mesmo quem apressado, passar por ti não olvida, que passa breve essa vida, feito um perfume no ar…
Passou, correndo, elegante, assim bonita e ligeira, feito aroma fugidio, essa menina de azul…
Ó, Carlos Pena, que pena… foi só um fugaz instante, essa vertigem de azul…