Apressa-te, lentamente, entremeando a esse tango,
um menear de merengue, bailados breves de mambo.
Dança no teu mundo lento, em que se olvida o presente,
e em que se perde o relógio, dessas memórias recentes.
Um terno branco de linho; sapatos de bico fino:
velhas lembranças. No limbo,
baila essa dama, a Saudade,
(vestido azul, desbotado),
nos braços do Esquecimento…