
Mulher, sim, mulher! E que me perdoem a discórdia cordial, mas essa cidade é mulher. Desde que era uma pequenina vila, menina dos olhos dos corsários, já era fêmea, femina, feminina.
Eu a vejo, nos albores, vila pescadora com matrizes míticas, até chegar agora, a ser essa cidade-das-pedras-que-seguram-o-mar…
Sobre os arrecifes, no cio,
por entre os manguezais, um bulício,
nas docas, prazeres e vícios
num alegre meretrício…