
O pátio é das igrejas
Mas tu és a deusa, afro,
Afrodite.
Vênus no banquinho rústico.
Do céu da Várzea, as constelações te invejam,
Estrela,
Estrelas,
Una e
Múltipla,
Menina, fêmea, namorada, amigamante, companheira e caminhante…
Numa mulher, um harém.
Se afloras, flor e floresta,
Poemar-te é o que me resta
E amar-te em festa!